Mostrando postagens com marcador deus. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador deus. Mostrar todas as postagens

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Bancando o deus

Hoje é aniversário do Lucas de nossa vida. O médico mais amado. Meu amigo e parceiro em alguns trabalhos já realizados como seminários e debates – Dr. Assuero Silva (www.vivosangue.blogspot.com). Lá estivemos em um encontro que poderia dar-se em um congresso de medicina, hospital ou coisa parecida dado aos inúmeros representantes da área de saúde. Alguns poucos mortais, doentes ou não no momento, entregaram ali seu respeito e admiração pela cativante personalidade do nosso aniversariante. Presentes foram poucos, presenças foram muitas. Aprecia canetas e motos, gostos raros e caros mas o mais importante não faltou. Respeito, admiração, abraços.

Todos sabemos que médicos brincam um pouco de deus. É verdade. Penso isso mas logo percebo que se eles pensam que o fazem só porque dão umas ordens aqui e ali que nem são sempre seguidas. Deus, deus mesmo é quem tem filhos pequenos. Digo isso e explico. As metáforas cristãs de que Deus é o pai e nós os filhos se elucida. Os filhos suplicam. Os pais decidem. Mudam de casa. Mudam os filhos de escola. Decidem as férias. Fazem o diabo. E os pequenos seres podem apenas protestar ou agradecer a deus a sorte que lhes é imposta. “ – Você não vai para a casa da Paulinha hoje.” “ – Mas por quê?” os pobres pedem, suplicam por uma explicação mais lógica mas os desígnios do pai não são os dos filhos. Sempre resta a eles a possibilidade de entrar com o recurso para com o outro pai ou mãe correndo o risco do famoso círculo da responsabilidade empurrada. No entanto, a fase de filhos pequenos é a fase do ciclo vital com maior risco e incidência de separação. Seja porque o filho já fora encomendado na falência do casamento onde a própria relaão homem-mulher já estava abalada. Ora porque os conflitos e mudanças impostas pelos traumas do nascimento e crescimento das crianças seja demais para estrutura em questão. O fato é que percebemos o crescimento do fenômeno que mais nos interessa na modernidade – a família monoparental. A Produção independente, mães solteiras, guardas compartilhadas e número crescente de divórcios geram famílias onde a responsabilidade de criação do filho pesa somente sobre um dos pais. O que tem tornado tudo mais complicado para pais e crianças.
Enquanto cresce a complexidade só o que peço ao único e verdadeiro Deus é que me dê sabedoria do alto nesta missão e que “mesmo sendo maus, consigamos dar boas dádivas aos nossos filhos” – disse Jesus. É o mais poderoso tipo de amor que conheço que um dia nosso amigo possa se ver diante desta responsabilidade divina.

Rio de Janeiro, 26 de Fevereiro de 2.010

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Blitz, Bíblia e Zen

Dúvidas na carreira por Evandro Mesquita e cia:

O Romance da Universitária Otária (antigo):

Esta é a história de uma universitária otária que não sabia se fazia oceanografia ou veterinária.
Arquitetura aquela altura era uma loucura...
Mas em compensação, comunicação era uma opção

Ela se dava bem,
Ela se dava bem,
Ela se dava em redação...
Era boa em línguas mas não sabia beijar

Aí um dia um cara apareceu e disse: "- Eu sou Abreu. Muito Prazer. Eu lembro de você dos tempos do Ibeu..."
Aí ela disse: "- Oi Abreu...eu não sei o que vou ser..." Eis a questão". Ser ou não ser, o que será que serei, o que será que eu vou ser?

Aí lá pelas tantas o Abreu, já tonto, respondeu: "Você está meia confusa mas fica mais bonita assim sem blusa".

Eu não queria falar mas agora vou dizer: "- Todo mundo quer ir para o céu mas ninguém quer morrer..." (3X)

E por sorte, ou por azar, eles não passaram no vestibular.
Moram juntos até hoje mas resolveram não casar para não complicar

Este foi apenas um lance do romance de Aparecida e Abreu.
Hoje moram no campo e são grandes amigos meus.

Vivem na natureza na santa paz de deus"

Em off: - "Abreu, vê se coopera, o almoço tá esfriando....

Bíblia (lançamento - maior best seller mundial)

"O amor cobre multidão de pecados..."

Zen:
"É possível desfazer o que nunca foi feito?"